Canil American Pride https://alicechassotgreisboh1748151431000.0630694.meusitehostgator.com.br Especializado na raça American Staffordshire Terrier. Somos o canil mais premiado do Brasil! Tue, 10 Jun 2025 04:47:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.1 https://alicechassotgreisboh1748151431000.0630694.meusitehostgator.com.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-Logo-quadrado-American-Pride-32x32.png Canil American Pride https://alicechassotgreisboh1748151431000.0630694.meusitehostgator.com.br 32 32 Stranger Things: The sound of the Upside Down https://alicechassotgreisboh1748151431000.0630694.meusitehostgator.com.br/2025/06/10/os-10-cachorros-mais-inteligentes-do-mundo/ https://alicechassotgreisboh1748151431000.0630694.meusitehostgator.com.br/2025/06/10/os-10-cachorros-mais-inteligentes-do-mundo/#respond Tue, 10 Jun 2025 02:13:51 +0000 https://alicechassotgreisboh1748151431000.0630694.meusitehostgator.com.br/?p=239 Os cães são considerados os melhores amigos do homem. A educação de um cachorro pode ter uma dimensão complexa e até variar de acordo com a raça do animal, já que alguns podem ter mais facilidade para aprender novas tarefas.

Assim como os humanos, alguns cães parecem ser capazes de aprender qualquer coisa, enquanto outros têm habilidades limitadas e específicas, conforme a explicação de Stanley Coren em seu livro “A Inteligência dos Cães: um guia para os pensamentos, emoções e vidas internas de nossos companheiros caninos” (disponível no Brasil).

(Leia também: Como os cachorros entendem a linguagem humana?)

Nesta obra, publicada em 1994 e revisada em 2006, Coren classificou 140 raças de cães em termos de obediência e inteligência de trabalho. Ou seja, sua capacidade de responder ao controle e às ordens humanas.

O livro aponta que os cães pastores e retrievers tendem a obter a pontuação mais alta, e os cães de caça, a mais baixa. No entanto, existem raças mais e menos brilhantes dentro de cada um dos grupos de cães.

Filhote de golden retriever: cão é o quarto mais inteligente do mundo
Rottweiler é a nona raça canina mais inteligente.

À esquerda:

Filhote de golden retriever: cão é o quarto mais inteligente do mundo

Foto de Joseph H. Bailey

À direita:

Rottweiler é a nona raça canina mais inteligente.

Foto de Robert Clark

Quais são os 10 cachorros mais inteligentes do mundo

De acordo com a classificação de Coren, os cães indicados entre os dez primeiros (os mais brilhantes, em obediência e inteligência de trabalho) tendem a entender novos comandos com facilidade e lembrar desses novos hábitos sem necessidade perceptível de prática.

(Você também pode se interessar: Laika: O primeiro ser vivo a ser enviado ao espaço)

Além disso, eles obedecem ao primeiro comando dado por seu treinador cerca de 95% das vezes, e respondem aos comandos segundos depois de serem dados.

Assim, o autor considera que estas são as 10 raças de cães mais inteligentes, já que parecem aprender bem, mesmo com treinadores inexperientes:

  1. Border Collie
     
  2. Poodle 
     
  3. Pastor alemão 
     
  4. Golden retriever
     
  5. Doberman pinscher
     
  6. Cachorro pastor de Shetland
     
  7. Labrador retriever 
     
  8. Spaniel anão continental
     
  9. Rottweiler
     
  10. Boiadeiro australiano

O autor também adverte que, embora existam diferenças na inteligência e na capacidade de treinamento de várias raças, também há muita variação individual entre os cães. Assim, o desempenho do animal pode variar de acordo com o treinamento que recebe.

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Atualmente, os seres humanos cruzaram centenas de raças de cães domésticos, algumas das quais jamais poderiam sobreviver na natureza. Apesar da grande diversidade de raças, formas e tamanhos, todos os cachorros domésticos, sejam eles labradores, pastores alemães, poodles ou chihuahuas, são membros da mesma espécie: canis lupus familiaris. Embora seu modo de vida seja doméstico, eles são parentes de lobos, chacais – com os quais podem ter uma prole fértil – e raposas, cujo cruzamento é mais raro.

Os cachorros domésticos ainda compartilham muitos padrões de comportamento com seus parentes selvagens. Ambos defendem seus territórios e os marcam urinando em árvores, pedras, cercas e outros locais adequados. Esses sinais informam aos outros cães que o território está ocupado por outro animal.

Muitos cães também enterram ossos ou brinquedos favoritos com a intenção de guardá-los para o futuro, assim como seus parentes selvagens às vezes enterram suas presas mortas para garantir um banquete mais tarde.

(Veja também: Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência explica)

Comunicação intraespécie e interespécie

Os cachorros se comunicam uns com os outros de diferentes maneiras. Uma delas é deixar rastros de cheiro, outra são os gestos físicos. A postura corporal, a maneira como se movimentam e as expressões faciais geralmente expressam mensagens diretas. Muitos desses sinais são reconhecíveis até mesmo pelos humanos, que sabem que um cão está feliz quando abana a cauda alegremente em círculos ou que está com raiva ou ameaçado quando mostra os dentes. Vocalmente, os cães se comunicam por meio de uma cacofonia de sons que inclui latidos, rosnados e uivos.

Além disso, muitos estudos demonstraram que os cachorros podem entender os humanos mesmo sem terem sido treinados para isso. Além disso, eles adaptam sua linguagem para comunicar coisas a nós, inclusive seus próprios interesses.

É essa capacidade de comunicação em ambas as direções – eles nos transmitem mensagens que nós entendemos e vice-versa – que é uma das chaves para a longa e próspera evolução entre humanos e cachorros.

“O melhor amigo do homem” por seus próprios méritos

Há muito tempo se diz que o cão é o melhor amigo do homem. É uma avaliação que geralmente se baseia no comportamento deles: a lealdade, o amor e a vontade de agradar. Donos de animais de estimação como Sharon Reid, de Grand Rapids, Michigan (nos Estados Unidos), dizem ter experimentado essa devoção em primeira mão: “Depois que meu marido morreu, meu cachorro foi a constante mais confiável em minha vida para me ajudar nos meses difíceis que se seguiram”.

Entre os benefícios para a saúde mais amplamente compreendidos e aceitos da posse de animais de estimação estão o fato de que eles proporcionam melhores estratégias para lidar com o estresse, podem promover maior empatia e compaixão, e que sua companhia “pode proteger as pessoas da solidão”, diz Alan Beck, professor de ecologia animal e diretor do Center for Human-Animal Bonding na Purdue University em Indiana, Estados Unidos.

(Você pode interessar: As curiosidades surpreendentes sobre por trás do olfato dos cachorros)

Esses benefícios estão refletidos em uma pesquisa recente da Associação Americana de Psiquiatria, que revelou que 86% dos donos acham que seus animais de estimação têm um impacto positivo em sua saúde mental e que cerca de 90% consideram o animal como um membro da família.

Mas os cães de estimação não servem apenas como companhia, muitos também ganham a vida com trabalho árduo. Os cães guardam rebanhos, ajudam caçadores, vigiam casas e realizam trabalhos policiais e de resgate. Alguns deles, especialmente treinados, servem até mesmo como guias para deficientes visuais – um símbolo pungente do antigo papel do cão como o melhor amigo do homem.

Além disso, apesar dos milênios de coexistência, os cachorros e os humanos continuam a encontrar novos caminhos de colaboração (quase sempre a favor dos humanos). Desde ajudar a detectar doenças até auxiliar em batalhas ambientais.

Essa aliança continua a evoluir e, à medida que as sociedades mudam, o mesmo acontece com a interpretação do nosso vínculo com eles. É por isso que em alguns países, como na Coréia do Sul, seu consumo como alimento foi proibido e, na Espanha, acaba de ser aprovada uma nova lei de proteção animal que se concentra muito no tratamento e no status legal de nossos amigos caninos.

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Atualmente, os seres humanos cruzaram centenas de raças de cães domésticos, algumas das quais jamais poderiam sobreviver na natureza. Apesar da grande diversidade de raças, formas e tamanhos, todos os cachorros domésticos, sejam eles labradores, pastores alemães, poodles ou chihuahuas, são membros da mesma espécie: canis lupus familiaris. Embora seu modo de vida seja doméstico, eles são parentes de lobos, chacais – com os quais podem ter uma prole fértil – e raposas, cujo cruzamento é mais raro.

Os cachorros domésticos ainda compartilham muitos padrões de comportamento com seus parentes selvagens. Ambos defendem seus territórios e os marcam urinando em árvores, pedras, cercas e outros locais adequados. Esses sinais informam aos outros cães que o território está ocupado por outro animal.

Muitos cães também enterram ossos ou brinquedos favoritos com a intenção de guardá-los para o futuro, assim como seus parentes selvagens às vezes enterram suas presas mortas para garantir um banquete mais tarde.

(Veja também: Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência explica)

Comunicação intraespécie e interespécie

Os cachorros se comunicam uns com os outros de diferentes maneiras. Uma delas é deixar rastros de cheiro, outra são os gestos físicos. A postura corporal, a maneira como se movimentam e as expressões faciais geralmente expressam mensagens diretas. Muitos desses sinais são reconhecíveis até mesmo pelos humanos, que sabem que um cão está feliz quando abana a cauda alegremente em círculos ou que está com raiva ou ameaçado quando mostra os dentes. Vocalmente, os cães se comunicam por meio de uma cacofonia de sons que inclui latidos, rosnados e uivos.

Além disso, muitos estudos demonstraram que os cachorros podem entender os humanos mesmo sem terem sido treinados para isso. Além disso, eles adaptam sua linguagem para comunicar coisas a nós, inclusive seus próprios interesses.

É essa capacidade de comunicação em ambas as direções – eles nos transmitem mensagens que nós entendemos e vice-versa – que é uma das chaves para a longa e próspera evolução entre humanos e cachorros.

“O melhor amigo do homem” por seus próprios méritos

Há muito tempo se diz que o cão é o melhor amigo do homem. É uma avaliação que geralmente se baseia no comportamento deles: a lealdade, o amor e a vontade de agradar. Donos de animais de estimação como Sharon Reid, de Grand Rapids, Michigan (nos Estados Unidos), dizem ter experimentado essa devoção em primeira mão: “Depois que meu marido morreu, meu cachorro foi a constante mais confiável em minha vida para me ajudar nos meses difíceis que se seguiram”.

Entre os benefícios para a saúde mais amplamente compreendidos e aceitos da posse de animais de estimação estão o fato de que eles proporcionam melhores estratégias para lidar com o estresse, podem promover maior empatia e compaixão, e que sua companhia “pode proteger as pessoas da solidão”, diz Alan Beck, professor de ecologia animal e diretor do Center for Human-Animal Bonding na Purdue University em Indiana, Estados Unidos.

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Esses benefícios estão refletidos em uma pesquisa recente da Associação Americana de Psiquiatria, que revelou que 86% dos donos acham que seus animais de estimação têm um impacto positivo em sua saúde mental e que cerca de 90% consideram o animal como um membro da família.

Mas os cães de estimação não servem apenas como companhia, muitos também ganham a vida com trabalho árduo. Os cães guardam rebanhos, ajudam caçadores, vigiam casas e realizam trabalhos policiais e de resgate. Alguns deles, especialmente treinados, servem até mesmo como guias para deficientes visuais – um símbolo pungente do antigo papel do cão como o melhor amigo do homem.

Além disso, apesar dos milênios de coexistência, os cachorros e os humanos continuam a encontrar novos caminhos de colaboração (quase sempre a favor dos humanos). Desde ajudar a detectar doenças até auxiliar em batalhas ambientais.

Essa aliança continua a evoluir e, à medida que as sociedades mudam, o mesmo acontece com a interpretação do nosso vínculo com eles. É por isso que em alguns países, como na Coréia do Sul, seu consumo como alimento foi proibido e, na Espanha, acaba de ser aprovada uma nova lei de proteção animal que se concentra muito no tratamento e no status legal de nossos amigos caninos.

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Atualmente, os seres humanos cruzaram centenas de raças de cães domésticos, algumas das quais jamais poderiam sobreviver na natureza. Apesar da grande diversidade de raças, formas e tamanhos, todos os cachorros domésticos, sejam eles labradores, pastores alemães, poodles ou chihuahuas, são membros da mesma espécie: canis lupus familiaris. Embora seu modo de vida seja doméstico, eles são parentes de lobos, chacais – com os quais podem ter uma prole fértil – e raposas, cujo cruzamento é mais raro.

Os cachorros domésticos ainda compartilham muitos padrões de comportamento com seus parentes selvagens. Ambos defendem seus territórios e os marcam urinando em árvores, pedras, cercas e outros locais adequados. Esses sinais informam aos outros cães que o território está ocupado por outro animal.

Muitos cães também enterram ossos ou brinquedos favoritos com a intenção de guardá-los para o futuro, assim como seus parentes selvagens às vezes enterram suas presas mortas para garantir um banquete mais tarde.

(Veja também: Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência explica)

Comunicação intraespécie e interespécie

Os cachorros se comunicam uns com os outros de diferentes maneiras. Uma delas é deixar rastros de cheiro, outra são os gestos físicos. A postura corporal, a maneira como se movimentam e as expressões faciais geralmente expressam mensagens diretas. Muitos desses sinais são reconhecíveis até mesmo pelos humanos, que sabem que um cão está feliz quando abana a cauda alegremente em círculos ou que está com raiva ou ameaçado quando mostra os dentes. Vocalmente, os cães se comunicam por meio de uma cacofonia de sons que inclui latidos, rosnados e uivos.

Além disso, muitos estudos demonstraram que os cachorros podem entender os humanos mesmo sem terem sido treinados para isso. Além disso, eles adaptam sua linguagem para comunicar coisas a nós, inclusive seus próprios interesses.

É essa capacidade de comunicação em ambas as direções – eles nos transmitem mensagens que nós entendemos e vice-versa – que é uma das chaves para a longa e próspera evolução entre humanos e cachorros.

“O melhor amigo do homem” por seus próprios méritos

Há muito tempo se diz que o cão é o melhor amigo do homem. É uma avaliação que geralmente se baseia no comportamento deles: a lealdade, o amor e a vontade de agradar. Donos de animais de estimação como Sharon Reid, de Grand Rapids, Michigan (nos Estados Unidos), dizem ter experimentado essa devoção em primeira mão: “Depois que meu marido morreu, meu cachorro foi a constante mais confiável em minha vida para me ajudar nos meses difíceis que se seguiram”.

Entre os benefícios para a saúde mais amplamente compreendidos e aceitos da posse de animais de estimação estão o fato de que eles proporcionam melhores estratégias para lidar com o estresse, podem promover maior empatia e compaixão, e que sua companhia “pode proteger as pessoas da solidão”, diz Alan Beck, professor de ecologia animal e diretor do Center for Human-Animal Bonding na Purdue University em Indiana, Estados Unidos.

(Você pode interessar: As curiosidades surpreendentes sobre por trás do olfato dos cachorros)

Esses benefícios estão refletidos em uma pesquisa recente da Associação Americana de Psiquiatria, que revelou que 86% dos donos acham que seus animais de estimação têm um impacto positivo em sua saúde mental e que cerca de 90% consideram o animal como um membro da família.

Mas os cães de estimação não servem apenas como companhia, muitos também ganham a vida com trabalho árduo. Os cães guardam rebanhos, ajudam caçadores, vigiam casas e realizam trabalhos policiais e de resgate. Alguns deles, especialmente treinados, servem até mesmo como guias para deficientes visuais – um símbolo pungente do antigo papel do cão como o melhor amigo do homem.

Além disso, apesar dos milênios de coexistência, os cachorros e os humanos continuam a encontrar novos caminhos de colaboração (quase sempre a favor dos humanos). Desde ajudar a detectar doenças até auxiliar em batalhas ambientais.

Essa aliança continua a evoluir e, à medida que as sociedades mudam, o mesmo acontece com a interpretação do nosso vínculo com eles. É por isso que em alguns países, como na Coréia do Sul, seu consumo como alimento foi proibido e, na Espanha, acaba de ser aprovada uma nova lei de proteção animal que se concentra muito no tratamento e no status legal de nossos amigos caninos.

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Teste 2 https://alicechassotgreisboh1748151431000.0630694.meusitehostgator.com.br/2025/06/10/teste-2/ https://alicechassotgreisboh1748151431000.0630694.meusitehostgator.com.br/2025/06/10/teste-2/#respond Tue, 10 Jun 2025 01:54:08 +0000 https://alicechassotgreisboh1748151431000.0630694.meusitehostgator.com.br/?p=230 cachorro foi provavelmente o primeiro animal a ser domesticado – e ele tem acompanhado os seres humanos há cerca de 10 mil anos. Alguns cientistas afirmam que todos os cães, tanto os domésticos quanto os selvagens, têm um ancestral comum no pequeno lobo do sudeste asiático, mas não há consenso científico sobre sua ancestralidade ou sobre como exatamente surgiu uma aliança milenar entre humanos e canídeos.

Atualmente, os seres humanos cruzaram centenas de raças de cães domésticos, algumas das quais jamais poderiam sobreviver na natureza. Apesar da grande diversidade de raças, formas e tamanhos, todos os cachorros domésticos, sejam eles labradores, pastores alemães, poodles ou chihuahuas, são membros da mesma espécie: canis lupus familiaris. Embora seu modo de vida seja doméstico, eles são parentes de lobos, chacais – com os quais podem ter uma prole fértil – e raposas, cujo cruzamento é mais raro.

Os cachorros domésticos ainda compartilham muitos padrões de comportamento com seus parentes selvagens. Ambos defendem seus territórios e os marcam urinando em árvores, pedras, cercas e outros locais adequados. Esses sinais informam aos outros cães que o território está ocupado por outro animal.

Muitos cães também enterram ossos ou brinquedos favoritos com a intenção de guardá-los para o futuro, assim como seus parentes selvagens às vezes enterram suas presas mortas para garantir um banquete mais tarde.

(Veja também: Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência explica)

Comunicação intraespécie e interespécie

Os cachorros se comunicam uns com os outros de diferentes maneiras. Uma delas é deixar rastros de cheiro, outra são os gestos físicos. A postura corporal, a maneira como se movimentam e as expressões faciais geralmente expressam mensagens diretas. Muitos desses sinais são reconhecíveis até mesmo pelos humanos, que sabem que um cão está feliz quando abana a cauda alegremente em círculos ou que está com raiva ou ameaçado quando mostra os dentes. Vocalmente, os cães se comunicam por meio de uma cacofonia de sons que inclui latidos, rosnados e uivos.

Além disso, muitos estudos demonstraram que os cachorros podem entender os humanos mesmo sem terem sido treinados para isso. Além disso, eles adaptam sua linguagem para comunicar coisas a nós, inclusive seus próprios interesses.

É essa capacidade de comunicação em ambas as direções – eles nos transmitem mensagens que nós entendemos e vice-versa – que é uma das chaves para a longa e próspera evolução entre humanos e cachorros.

“O melhor amigo do homem” por seus próprios méritos

Há muito tempo se diz que o cão é o melhor amigo do homem. É uma avaliação que geralmente se baseia no comportamento deles: a lealdade, o amor e a vontade de agradar. Donos de animais de estimação como Sharon Reid, de Grand Rapids, Michigan (nos Estados Unidos), dizem ter experimentado essa devoção em primeira mão: “Depois que meu marido morreu, meu cachorro foi a constante mais confiável em minha vida para me ajudar nos meses difíceis que se seguiram”.

Entre os benefícios para a saúde mais amplamente compreendidos e aceitos da posse de animais de estimação estão o fato de que eles proporcionam melhores estratégias para lidar com o estresse, podem promover maior empatia e compaixão, e que sua companhia “pode proteger as pessoas da solidão”, diz Alan Beck, professor de ecologia animal e diretor do Center for Human-Animal Bonding na Purdue University em Indiana, Estados Unidos.

(Você pode interessar: As curiosidades surpreendentes sobre por trás do olfato dos cachorros)

Esses benefícios estão refletidos em uma pesquisa recente da Associação Americana de Psiquiatria, que revelou que 86% dos donos acham que seus animais de estimação têm um impacto positivo em sua saúde mental e que cerca de 90% consideram o animal como um membro da família.

Mas os cães de estimação não servem apenas como companhia, muitos também ganham a vida com trabalho árduo. Os cães guardam rebanhos, ajudam caçadores, vigiam casas e realizam trabalhos policiais e de resgate. Alguns deles, especialmente treinados, servem até mesmo como guias para deficientes visuais – um símbolo pungente do antigo papel do cão como o melhor amigo do homem.

Além disso, apesar dos milênios de coexistência, os cachorros e os humanos continuam a encontrar novos caminhos de colaboração (quase sempre a favor dos humanos). Desde ajudar a detectar doenças até auxiliar em batalhas ambientais.

Essa aliança continua a evoluir e, à medida que as sociedades mudam, o mesmo acontece com a interpretação do nosso vínculo com eles. É por isso que em alguns países, como na Coréia do Sul, seu consumo como alimento foi proibido e, na Espanha, acaba de ser aprovada uma nova lei de proteção animal que se concentra muito no tratamento e no status legal de nossos amigos caninos.

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O cachorro foi provavelmente o primeiro animal a ser domesticado – e ele tem acompanhado os seres humanos há cerca de 10 mil anos. Alguns cientistas afirmam que todos os cães, tanto os domésticos quanto os selvagens, têm um ancestral comum no pequeno lobo do sudeste asiático, mas não há consenso científico sobre sua ancestralidade ou sobre como exatamente surgiu uma aliança milenar entre humanos e canídeos. https://alicechassotgreisboh1748151431000.0630694.meusitehostgator.com.br/2025/06/10/o-cachorro-foi-provavelmente-o-primeiro-animal-a-ser-domesticado-e-ele-tem-acompanhado-os-seres-humanos-ha-cerca-de-10-mil-anos-alguns-cientistas-afirmam-que-todos-os-ca/ https://alicechassotgreisboh1748151431000.0630694.meusitehostgator.com.br/2025/06/10/o-cachorro-foi-provavelmente-o-primeiro-animal-a-ser-domesticado-e-ele-tem-acompanhado-os-seres-humanos-ha-cerca-de-10-mil-anos-alguns-cientistas-afirmam-que-todos-os-ca/#respond Tue, 10 Jun 2025 01:44:34 +0000 https://alicechassotgreisboh1748151431000.0630694.meusitehostgator.com.br/?p=228 Atualmente, os seres humanos cruzaram centenas de raças de cães domésticos, algumas das quais jamais poderiam sobreviver na natureza. Apesar da grande diversidade de raças, formas e tamanhos, todos os cachorros domésticos, sejam eles labradores, pastores alemães, poodles ou chihuahuas, são membros da mesma espécie: canis lupus familiaris. Embora seu modo de vida seja doméstico, eles são parentes de lobos, chacais – com os quais podem ter uma prole fértil – e raposas, cujo cruzamento é mais raro.

Os cachorros domésticos ainda compartilham muitos padrões de comportamento com seus parentes selvagens. Ambos defendem seus territórios e os marcam urinando em árvores, pedras, cercas e outros locais adequados. Esses sinais informam aos outros cães que o território está ocupado por outro animal.

Muitos cães também enterram ossos ou brinquedos favoritos com a intenção de guardá-los para o futuro, assim como seus parentes selvagens às vezes enterram suas presas mortas para garantir um banquete mais tarde.

(Veja também: Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência explica)

Comunicação intraespécie e interespécie

Os cachorros se comunicam uns com os outros de diferentes maneiras. Uma delas é deixar rastros de cheiro, outra são os gestos físicos. A postura corporal, a maneira como se movimentam e as expressões faciais geralmente expressam mensagens diretas. Muitos desses sinais são reconhecíveis até mesmo pelos humanos, que sabem que um cão está feliz quando abana a cauda alegremente em círculos ou que está com raiva ou ameaçado quando mostra os dentes. Vocalmente, os cães se comunicam por meio de uma cacofonia de sons que inclui latidos, rosnados e uivos.

Além disso, muitos estudos demonstraram que os cachorros podem entender os humanos mesmo sem terem sido treinados para isso. Além disso, eles adaptam sua linguagem para comunicar coisas a nós, inclusive seus próprios interesses.

É essa capacidade de comunicação em ambas as direções – eles nos transmitem mensagens que nós entendemos e vice-versa – que é uma das chaves para a longa e próspera evolução entre humanos e cachorros.

“O melhor amigo do homem” por seus próprios méritos

Há muito tempo se diz que o cão é o melhor amigo do homem. É uma avaliação que geralmente se baseia no comportamento deles: a lealdade, o amor e a vontade de agradar. Donos de animais de estimação como Sharon Reid, de Grand Rapids, Michigan (nos Estados Unidos), dizem ter experimentado essa devoção em primeira mão: “Depois que meu marido morreu, meu cachorro foi a constante mais confiável em minha vida para me ajudar nos meses difíceis que se seguiram”.

Entre os benefícios para a saúde mais amplamente compreendidos e aceitos da posse de animais de estimação estão o fato de que eles proporcionam melhores estratégias para lidar com o estresse, podem promover maior empatia e compaixão, e que sua companhia “pode proteger as pessoas da solidão”, diz Alan Beck, professor de ecologia animal e diretor do Center for Human-Animal Bonding na Purdue University em Indiana, Estados Unidos.

(Você pode interessar: As curiosidades surpreendentes sobre por trás do olfato dos cachorros)

Esses benefícios estão refletidos em uma pesquisa recente da Associação Americana de Psiquiatria, que revelou que 86% dos donos acham que seus animais de estimação têm um impacto positivo em sua saúde mental e que cerca de 90% consideram o animal como um membro da família.

Mas os cães de estimação não servem apenas como companhia, muitos também ganham a vida com trabalho árduo. Os cães guardam rebanhos, ajudam caçadores, vigiam casas e realizam trabalhos policiais e de resgate. Alguns deles, especialmente treinados, servem até mesmo como guias para deficientes visuais – um símbolo pungente do antigo papel do cão como o melhor amigo do homem.

Além disso, apesar dos milênios de coexistência, os cachorros e os humanos continuam a encontrar novos caminhos de colaboração (quase sempre a favor dos humanos). Desde ajudar a detectar doenças até auxiliar em batalhas ambientais.

Essa aliança continua a evoluir e, à medida que as sociedades mudam, o mesmo acontece com a interpretação do nosso vínculo com eles. É por isso que em alguns países, como na Coréia do Sul, seu consumo como alimento foi proibido e, na Espanha, acaba de ser aprovada uma nova lei de proteção animal que se concentra muito no tratamento e no status legal de nossos amigos caninos.

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Atualmente, os seres humanos cruzaram centenas de raças de cães domésticos, algumas das quais jamais poderiam sobreviver na natureza. Apesar da grande diversidade de raças, formas e tamanhos, todos os cachorros domésticos, sejam eles labradores, pastores alemães, poodles ou chihuahuas, são membros da mesma espécie: canis lupus familiaris. Embora seu modo de vida seja doméstico, eles são parentes de lobos, chacais – com os quais podem ter uma prole fértil – e raposas, cujo cruzamento é mais raro.

Os cachorros domésticos ainda compartilham muitos padrões de comportamento com seus parentes selvagens. Ambos defendem seus territórios e os marcam urinando em árvores, pedras, cercas e outros locais adequados. Esses sinais informam aos outros cães que o território está ocupado por outro animal.

Muitos cães também enterram ossos ou brinquedos favoritos com a intenção de guardá-los para o futuro, assim como seus parentes selvagens às vezes enterram suas presas mortas para garantir um banquete mais tarde.

(Veja também: Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência explica)

Comunicação intraespécie e interespécie

Os cachorros se comunicam uns com os outros de diferentes maneiras. Uma delas é deixar rastros de cheiro, outra são os gestos físicos. A postura corporal, a maneira como se movimentam e as expressões faciais geralmente expressam mensagens diretas. Muitos desses sinais são reconhecíveis até mesmo pelos humanos, que sabem que um cão está feliz quando abana a cauda alegremente em círculos ou que está com raiva ou ameaçado quando mostra os dentes. Vocalmente, os cães se comunicam por meio de uma cacofonia de sons que inclui latidos, rosnados e uivos.

Além disso, muitos estudos demonstraram que os cachorros podem entender os humanos mesmo sem terem sido treinados para isso. Além disso, eles adaptam sua linguagem para comunicar coisas a nós, inclusive seus próprios interesses.

É essa capacidade de comunicação em ambas as direções – eles nos transmitem mensagens que nós entendemos e vice-versa – que é uma das chaves para a longa e próspera evolução entre humanos e cachorros.

“O melhor amigo do homem” por seus próprios méritos

Há muito tempo se diz que o cão é o melhor amigo do homem. É uma avaliação que geralmente se baseia no comportamento deles: a lealdade, o amor e a vontade de agradar. Donos de animais de estimação como Sharon Reid, de Grand Rapids, Michigan (nos Estados Unidos), dizem ter experimentado essa devoção em primeira mão: “Depois que meu marido morreu, meu cachorro foi a constante mais confiável em minha vida para me ajudar nos meses difíceis que se seguiram”.

Entre os benefícios para a saúde mais amplamente compreendidos e aceitos da posse de animais de estimação estão o fato de que eles proporcionam melhores estratégias para lidar com o estresse, podem promover maior empatia e compaixão, e que sua companhia “pode proteger as pessoas da solidão”, diz Alan Beck, professor de ecologia animal e diretor do Center for Human-Animal Bonding na Purdue University em Indiana, Estados Unidos.

(Você pode interessar: As curiosidades surpreendentes sobre por trás do olfato dos cachorros)

Esses benefícios estão refletidos em uma pesquisa recente da Associação Americana de Psiquiatria, que revelou que 86% dos donos acham que seus animais de estimação têm um impacto positivo em sua saúde mental e que cerca de 90% consideram o animal como um membro da família.

Mas os cães de estimação não servem apenas como companhia, muitos também ganham a vida com trabalho árduo. Os cães guardam rebanhos, ajudam caçadores, vigiam casas e realizam trabalhos policiais e de resgate. Alguns deles, especialmente treinados, servem até mesmo como guias para deficientes visuais – um símbolo pungente do antigo papel do cão como o melhor amigo do homem.

Além disso, apesar dos milênios de coexistência, os cachorros e os humanos continuam a encontrar novos caminhos de colaboração (quase sempre a favor dos humanos). Desde ajudar a detectar doenças até auxiliar em batalhas ambientais.

Essa aliança continua a evoluir e, à medida que as sociedades mudam, o mesmo acontece com a interpretação do nosso vínculo com eles. É por isso que em alguns países, como na Coréia do Sul, seu consumo como alimento foi proibido e, na Espanha, acaba de ser aprovada uma nova lei de proteção animal que se concentra muito no tratamento e no status legal de nossos amigos caninos.

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10 Must-Have Wardrobe Essentials for Every Fashionista https://alicechassotgreisboh1748151431000.0630694.meusitehostgator.com.br/2019/11/09/10-must-have-wardrobe-essentials-for-every-fashionista/ https://alicechassotgreisboh1748151431000.0630694.meusitehostgator.com.br/2019/11/09/10-must-have-wardrobe-essentials-for-every-fashionista/#respond Sat, 09 Nov 2019 11:48:29 +0000 https://demo.wpzoom.com/inspiro-blocks-pro-shop/2019/11/09/apply-these-7-secret-techniques-to-improve-your-home/ This is some dummy copy. You’re not really supposed to read this dummy copy, it is just a placeholder for people who need some type to visualize what the actual copy might look like if it were real content.

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All your supporting arguments must be communicated with simplicity and charm. And in such a way that the reader will read on. (After all, that’s a reader’s job: to read, isn’t it?) And by the time your readers have reached this point in the finished copy, you will have convinced them that you not only respect their intelligence, but you also understand their needs as consumers.

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